Este blog visa reunir referências e registros audiovisuais da minha experiência de vida.
domingo, 3 de fevereiro de 2019
sábado, 9 de junho de 2018
Ep. 2 - Por que sou a reencarnação de Michelangelo Buonarroti
Video-registro nº 2 da minha experiência de vida apresentando um resumo do principal segredo do Teto da Capela Sistina.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Ep. 1 - Por que sou a reencarnação de Michelangelo Buonarroti
Video-registro inicial de uma série onde pretendo apresentar integralmente a minha experiência de vida. Meu nome é Carlos Eurico Poggi, natural do Rio de Janeiro, e neste primeiro video eu organizei listas de tópicos que considero fundamentais para a compreensão da situação existencial que me conduziu à auto-percepção de ser uma reencarnação do próprio Michelangelo Buonarroti.
#espiritualidade #reencarnação #michelangelobuonarroti #esoterismo #cristianismo #hinduismo #budismo #cristianismomistico #gnosticismo #astrologia #eradeaquário #cabala #mímese #capelasistina #vittoriacolonna #desenho #escultura #nuideia #fraternidaderosacruz #teosofia #eubiose #espiritismo #kardecismo #ocultismo #oculto #mundodosespiritos #transiçãoplanetária
Trilha sonora:
Voyage - LEMMINO
https://soundcloud.com/lemmino
Icy-Vindur - A. Himitsu
https://soundcloud.com/a-himitsu/icy-vindur
CO.AG Music
https://www.patreon.com/user?u=3550597
https://www.youtube.com/channel/UCcavSftXHgxLBWwLDm_bNvA
Dragon Slayer - Ross Bugden
Dark Horizon - Ross Bugden
https://www.youtube.com/channel/UCQKGLOK2FqmVgVwYferltKQ
Agradecimentos:
Audio Library - No Copyright Music
https://www.youtube.com/channel/UCht8qITGkBvXKsR1Byln-wA
heroboard – Música Sem Direitos de Autor
https://www.youtube.com/channel/UClWu1Gr3TVsJkZwXFKfG0fg
domingo, 17 de julho de 2011
Versão completa de "Ícaro, Contemplação & Sonho" em um único post
Introduction / 1979 (Footage 1 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)
Introduction / 1979 (Footage 1 from Icarus, Contemplation & Dream) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1980 (Footage 2 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1980 (Footage 2 from Icarus, Contemplation & Dream) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1981 (Footage 3 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1981 (Footage 3 from Icarus, Contemplation & Dream) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1982 (Footage 4 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1982 (Footage 4 from Icarus, Contemplation & Dream) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1983/1 (Footage 5 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1983/1 (Footage 5 from Icarus, Contemplation & Dream) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1983/2 (Footage 6 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1983/2 (Footage 6 from Icarus, Contemplation & Dream) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1984/86 (Footage 7 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1984/86 (Icarus, Contemplation & Dream - Footage 7 - english subtitles) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1986 (Footage 8 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1986 (Icarus, Contemplation & Dream - Footage 8 - english subtitles) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1986/87 (Footage 9 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1986/87 (Icarus, Contemplation & Dream - Footage 9 - english subtitles) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1988-90 (Footage 10 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1988-90 (Icarus, Contemplation & Dream - Footage 10 - english subtitles) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1991 (Footage 11 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1991 (Icarus, Contemplation & Dream - Footage 11 - english subtitles) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1991/96 (Footage 12 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1991/96 (Icarus, Contemplation & Dream - Footage 12 - english subtitles) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
1996/2008 (Footage 13 from Icarus, Contemplation & Dream - english subtitles)1996/2008 (Icarus, Contemplation & Dream - Footage 13 - english subtitles) from MichelAngelo BuonaRoti on Vimeo.
domingo, 29 de março de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A primeira ideia que ocorre a quem toma contato pela primeira vez com a minha estória é explicá-la através do conceito da reencarnação. Eu já escutei todo tipo de explicação nessa linha. Na verdade, foi a primeira explicação que me lembro de ter escutado. Por força de experiências descritas como similares a minha (mas que na verdade não são), a "normalidade" da minha situação era estabelecida por ligações de vidas passadas com Michelangelo. Regra geral, a explicação encontrada por todos os espíritas era de que eu teria uma ligação tão intensa com Michelangelo que eu nem teria consciência disso. Não me lembro de uma única vez ter sido sequer levantada a hipótese de eu ser uma reencarnação do Michelangelo. Pelo que entendia na época, eles descreviam Michelangelo como um espírito tão elevado e conhecido que eu jamais poderia ser ele, até porque eles sabiam do paradeiro da alma dele. Lembro-me com clareza de descrições a esse respeito, onde toda a trajetória de reencarnações do Michelangelo era de amplo conhecimento entre eles, os espíritas.
No começo do surgimento da arte, de 1980 a 1982, eu pouco me importava com toda essa fantasia a meu respeito. Mas depois do episódio da banca de jornal, na Rua Real Grandeza, quando a emoção que senti acabou com qualquer dúvida a respeito da minha identidade, mas que nem por isso eu deixei de pesquisar a autenticidade de tudo à minha maneira, eu passei a ignorar a opinião de terceiros por que estava claro demais que não havia como eu explicar tudo o que estava vivendo.
E a minha tia, espírita, com o intuito de me fazer desistir do caminho que tomava na época e me convencer a buscar o meu sustento (o "vil metal", nas palavras dela), foi no centro espírita dela buscar uma resposta definitiva a meu respeito. Tudo o que eu falava pra ela sobre a lembrança que eu havia tido da morte da tal Vittoria Colonna caía no vazio. A minha credibilidade era nehuma. E a resposta que ela me disse que ouviu no centro espírita foi um primor: "nem que sim e nem que não, impossível saber". Lembro-me de como ela ficou sem graça ao me dizer isso, afinal ela esperava um "não" definitivo para me trazer de volta a realidade da vida, da família e ect e tal. E eu me lembro de como lamentei de não ter escutado uma resposta negativa. Eu queria muito "enfrentá-los" a todos e mostrar que a minha experiência não estava acessível à ignorância deles. Não queria aliados. Nunca gostei de gente se metendo naquilo que havia surgido para mim quando li o trecho na banca de jornal sobre a "famosa Vittoria Colonna". Eu sabia que o que estava vivendo escapava das imbecilidades repetidas à exaustão por aquela gente amiga da minha tia.
Mas agora, depois de três décadas de envolvimento com essa outra dimensão que me acompanha, depois de viver todas as comunicações imagináveis e entender a mecânica emocional da arte que faço por puro efeito colateral do sou, o que tenho a dizer sobre essas explicações espíritas (há muitas outras de outras linhas filosóficas) que escutava no início dos anos 80 é desconcertante.
Só pra começar, eu lamento dizer que jamais a palavra "reencarnação" surgiu em meio a qualquer situação que vivi. Não estou dizendo que esse conceito seja falso, mas tenho que ser claro. Nunca "entendi" ou "ouvi" uma única menção a essa ideia. Só há um único sonho que pode ser interpretado nesse sentido: o sonho dos "U" invertidos que descrevi no documentário.
Mas ficou muito clara para mim, nesse sonho, além de uma sucessão de vidas da qual a vida de Michelangelo seria apenas uma, como também a situção em que eu, ao estender a minha mão para tirá-lo do mar, permitia que a minha vida atual fosse dele também. É muito claro no final do sonho que eu e ele fomos unidos em um único ser.
Se eu estou deixando de ser Eurico Poggi e Michelangelo Buonarroti voltou a ser não é a questão. O meu problema sempre foi eu aceitar essa minha natureza e vivê-la plenamente, sem segredos ou medos. Apenas ser, sem me sentir obrigado a disfarçar nada.
No começo do surgimento da arte, de 1980 a 1982, eu pouco me importava com toda essa fantasia a meu respeito. Mas depois do episódio da banca de jornal, na Rua Real Grandeza, quando a emoção que senti acabou com qualquer dúvida a respeito da minha identidade, mas que nem por isso eu deixei de pesquisar a autenticidade de tudo à minha maneira, eu passei a ignorar a opinião de terceiros por que estava claro demais que não havia como eu explicar tudo o que estava vivendo.
E a minha tia, espírita, com o intuito de me fazer desistir do caminho que tomava na época e me convencer a buscar o meu sustento (o "vil metal", nas palavras dela), foi no centro espírita dela buscar uma resposta definitiva a meu respeito. Tudo o que eu falava pra ela sobre a lembrança que eu havia tido da morte da tal Vittoria Colonna caía no vazio. A minha credibilidade era nehuma. E a resposta que ela me disse que ouviu no centro espírita foi um primor: "nem que sim e nem que não, impossível saber". Lembro-me de como ela ficou sem graça ao me dizer isso, afinal ela esperava um "não" definitivo para me trazer de volta a realidade da vida, da família e ect e tal. E eu me lembro de como lamentei de não ter escutado uma resposta negativa. Eu queria muito "enfrentá-los" a todos e mostrar que a minha experiência não estava acessível à ignorância deles. Não queria aliados. Nunca gostei de gente se metendo naquilo que havia surgido para mim quando li o trecho na banca de jornal sobre a "famosa Vittoria Colonna". Eu sabia que o que estava vivendo escapava das imbecilidades repetidas à exaustão por aquela gente amiga da minha tia.
Mas agora, depois de três décadas de envolvimento com essa outra dimensão que me acompanha, depois de viver todas as comunicações imagináveis e entender a mecânica emocional da arte que faço por puro efeito colateral do sou, o que tenho a dizer sobre essas explicações espíritas (há muitas outras de outras linhas filosóficas) que escutava no início dos anos 80 é desconcertante.
Só pra começar, eu lamento dizer que jamais a palavra "reencarnação" surgiu em meio a qualquer situação que vivi. Não estou dizendo que esse conceito seja falso, mas tenho que ser claro. Nunca "entendi" ou "ouvi" uma única menção a essa ideia. Só há um único sonho que pode ser interpretado nesse sentido: o sonho dos "U" invertidos que descrevi no documentário.
Mas ficou muito clara para mim, nesse sonho, além de uma sucessão de vidas da qual a vida de Michelangelo seria apenas uma, como também a situção em que eu, ao estender a minha mão para tirá-lo do mar, permitia que a minha vida atual fosse dele também. É muito claro no final do sonho que eu e ele fomos unidos em um único ser.
Se eu estou deixando de ser Eurico Poggi e Michelangelo Buonarroti voltou a ser não é a questão. O meu problema sempre foi eu aceitar essa minha natureza e vivê-la plenamente, sem segredos ou medos. Apenas ser, sem me sentir obrigado a disfarçar nada.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
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